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Fala-se frequentemente do castelo de Vouzeron, mas o domínio compreende com efeito 2 castelos elevados perto de um monte: o Velho castelo ou Pequeno castelo, e, muito parentes deeste, o Castelo novo ou Grande castelo, construído entre 1887 e 1893. Este artigo ordenhado essencialmente deste castelo, que é a continuidade das modificações feitas por um banqueiro, o barão Eugène Roger, ao desenvolvimento da comuna de Vouzeron.
Todo começa em 1850, onde Marquise reuniu, torna-se aquando do seu 2.o casamento com André Héléne barão Roger: baronne Roger. Ignoramos então por qual andamento baronne Roger levou o seu olhar sobre a nossa aldeia, mas em qualquer estado de coisa, o 8 de Janeiro de 1850 (ou seja 2 dias após o seu casamento!!!), faz a aquisição do domínio de Vouzeron junto marquis de Châteaumorand, ou seja 2750 hectares dos quais o velho castelo constrói partir de 1846.
Os realizados sob o mandato do doutor Saliente e pelos seus cuidados, filmes sobre Vouzeron foram transferidos sobre cassetes VHS há uma quinzena de anos pela associação “História e Tradições Vouzeron-Sologne”.
Infelizmente este apoio que tem envelhecido muito mal, era urgente salvaguardar este património local. Com a ajuda de várias pessoas, a associação realizou uma transposição destes filmes sobre apoio DVD há os nomes dos personagens identificados e os lugares.
Pela sua obra, Oliveira Messiaen é sem dúvida o músico francês que tem contado a nível da música composta após a Segunda Guerra mundial. Neste ano 2008, comemora o centenário do seu nascimento. Mas este homem, cuja homenagem está durante este ano muito impressionante: várias centena de concertos organizados por prestigiosas orquestras: Radio France, Filarmónico de Berlim, das grandes orquestras americanas (Los Angeles, São Francisco) ou ainda o Filarmónico de Viena era também um homem de qualidade que tivesse encontrado na nossa comuna uma riqueza local: A Natureza ao estado puro.
Querer apresentar a igreja de Vouzeron, é apresentar a aldeia ele mesmo, dado que este é estreitamente ligado à existência de esta. Com efeito, é impossível falar de Vouzeron sem estar a citar o texto do ano 843, no qual, por uma doação feita por um cavaleiro designado Ambran abbaye de Dévres, rendia uma igreja dedicada à Santo-Martin, situado na casa de campo de Vouzeron com a terra arável que dependia. Nessa época, os nobres cavaleiros davam largamente às obras pieuses…
Entre as cruzes e calvaires que se elaboram nas nossas aldeias, podemos classificar estes testemunhos da fé cristã em três categorias:
- As cruzes de encruzilhada.
- As cruzes de missão.
- As cruzes dos cemitérios
Em função da riqueza da sua decoração e os seus atributos, nomeadamente a presença de estátuas jouxtant a cruz, tomam mais frequentemente a denominação calvaire;
As cruzes de encruzilhada são mais antiga. Assim à Vouzeron, sem estar a conhecer a data exacta da sua erecção, temos um vestígio da sua existência sobre o cadastro dito “napoléonien” que contou-o em 1825.
Vouzeron possui seis.
Em já 1610 uma carta abbaye de Saint-Sulpice com efeito menção, seguidamente em 1723 aquando da venda do seigneurie de Vouzeron “o maiterie e o moinho Chartier”. A assinalar a diferença das ortografias encontradas quer o Moinho Chartier ou o Moinho Chertier.
O rio do Barangeon era, a única força a motor para impulsionar moinhos e não é necessário surpreender-se encontrar uma dezena ao longo do seu curso entre Neuvy-sur-Barangeon e Vignoux. Este moinho à trigo foi substituído por uma turbina hidráulica, o seu lugar continua visível. Foi instalada pelos cuidados do Barão Roger, quando ficou herdeiro, à morte da sua mãe, do domínio de Vouzeron. As necessidades de água era consideráveis, era necessário fornecer as múltiplas salas de banho, as cavalariças, laveries etc.…, e o tanque era insuficiente, o que conduziu instaurado dos seus compressores, saídos das fábricas Gandillon à Senlis cujo só um vestígio subsistiu. Esta turbina hidráulica (chamado carneiro) era provocada por uma roda à auroras. Uma canalização subterrânea conduzia a água para o castelo.
Um grupo de casas de habitação, de quatro ou seis de acordo com a época serviam de alojamento à várias famílias. Em primeiro lugar ao moleiro, tuilier, às suas esposas e crianças. Em 1856, contava-se de acordo com o estado nominativo habitantes de Vouzeron; dezoito pessoas. A última família deixou este sítio em 1956. Já as casas caíam em ruínas e a família que residia estes em lugares mudava à fur e à medida da vetusdade construções. As fundações destas casas continuam visíveis e os montículos cobertos de amoras e arbustos escondem as ruínas. Este lugar, hoje mais é animado apenas pelo murmúrio da água e o bruissement das folhas enquanto que outrora retenti do barulho familiar de uma população laboriosa, dos jogos das crianças, e desta qualquer sinfonia que acompanha a vida do humanos.